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SISCADE

Sistema de Catalogação de Defesa (SISCADE)

 

As atividades desenvolvidas no Sistema de Catalogação de Defesa (SISCADE), de forma simétrica ao que acontece no Sistema OTAN de Catalogação (SOC), possuem fundamental relevância para a consecução de um dos objetivos estabelecidos na Política Nacional de Defesa, a saber: "XI) Desenvolver o potencial da Logística de Defesa e de Mobilização Nacional" e para o alcance das seguintes capacidades desejadas para Estratégia de Defesa Nacional (END): "permanência na ação, sustentada por um adequado apoio logístico, buscando ao máximo a integração logística das três Forças;" e "interoperabilidade nas operações conjuntas".

 No âmbito do SOC, o Allied Committe AC/135, formado pelo Grupo de Diretores Nacionais de Catalogação dos 63 países integrantes do SOC, está subordinado ao Conference of National Armaments Directors (CNAD), em proveito do apoio logístico às Forças empregadas em operações multinacionais da OTAN.

 Ressalta-se que as regras de negócio do SOC são utilizadas com os propósitos de estabelecer uma linguagem comum de identificação e padronização de itens pertencentes à Cadeia de Suprimentos das Forças Armadas; permitir a interoperabilidade e o apoio logístico em Operações Conjuntas e Multinacionais; e reduzir custos de manutenção de estoques ao evitar a duplicidade de estoques imobilizados em Depósitos ou Bases Logísticas.

 Além disso, as informações atreladas ao NATO Stock Number (NSN), produto final da atividade de catalogação, permitem: a identificação inequívoca de um item pertencente à Cadeia de Suprimentos das Forças Armadas; a gestão de  dados de unitização do material (aplicação também em transporte e frete); a identificação das Forças Armadas nacionais e estrangeiras que são usuárias do item; intercambialidade entre diferentes NSN; identificação de normas nacionais e internacionais padronizadoras de itens específicos; relacionamento entre itens e os sistemas internacionais de classificação; dados aplicados no desfazimento do item; e opções de fontes de suprimento para o mesmo item, aumentando a competição entre fornecedores e fabricantes.

 Releva mencionar que tais informações logísticas não estão atreladas ao part number dentro de um sistema logístico específico e não recebem atualizações ao longo do ciclo de vida do mesmo. Nesse contexto, os países OTAN utilizam o conhecimento atrelado ao NSN na gestão do ciclo de vida de um sistema de armas e não o part number, com aplicação prática nas fases logísticas de determinação de necessidades, obtenção e distribuição (gestão de transporte e gestão de armazenagem).

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